Em 4 de abril de 2002, após a morte do líder rebelde Jonas Savimbi, foi assinado um acordo de cessar-fogoz (Memorando de Entendimento Complementar ao Protocolo de Lusaka) entre as forças governamentais de Angola e os rebeldes da Unita.
O acordo pôs fim a 27 anos de um conflito que fez quase 500 mil mortos e destruiu as principais infra-estruturas do país.
A assinatura do Memorando pelos Chefes dos Estados Maior General das Forças Armadas Angolanas e do então Alto Comando das Forças Militares da UNITA, marcou o fim da guerra de 27 anos vivida em Angola. Antes da assinatura deste documento, as negociações para o fim da guerra pareciam ter chegado ao fim quando, em 1994, foi assinado o Protocolo de Lusaka, o qual não foi implementado na sua totalidade pela UNITA, e o país permaneceu em guerra.
Um pouco mais de história
A paz só foi possível após a morte em combate de Jonas Savimbi, o lendário rebelde angolano, contra as tropas do Exército em Fevereiro de 2002. Líder da Unita (União para a Independência Total de Angola), Savimbi lutou durante 27 anos contra as forças do MPLA (Movimento para Libertação de Angola), partido da situação no governo angolano hoje.
Angola alcançou a independência de Portugal após a Revolução dos Cravos, que marcou o fim do salazarismo, em 11/11/1975. Na época, Agostinho Neto, líder do MPLA, de orientação marxista, foi então proclamado Presidente. Mas a Unita, uma organização anticomunista, apoiada pelos EUA e pela África do Sul, não reconheceu o novo governo e recorreu às armas. Com a morte de Agostinho Neto, em 1979, e a ascensão de José Eduardo dos Santos (presidente até hoje), foram realizadas algumas tentativas de paz. Mas Savimbi se recusava a depor as armas, e a guerra não cessou.
Em 1992, como parte de um acordo de paz, foram realizadas eleições presidenciais e estas reconduziram o líder do MPLA, José Eduardo dos Santos, ao poder. Savimbi não reconheceu a vitória e retomou a luta armada. Com o Acordo de Luzaka, em 1994, houve mais um esforço de pôr fim aos conflitos. Além da desmobilização das tropas, estabeleceu-se a formação de um Governo de Unidade e Reconciliação Nacional (chamado de GURN), que tomou posse em 1997. Savimbi, mesmo nomeado vice-presidente, negou-se a entregar as áreas de exploração de diamantes que estavam sob seu controle e os combates foram reiniciados. A morte de Savimbi tornou-se um marco histórico para Angola.
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Em 2011 inauguramos uma nova opção de praia. A praia em si a mesma que sempre fomos, mas a infrastrutura é outra e fica a 100m da anterior. Para a realidade angolana, é considerado um resort.
Eu e Paulinha (Fortaleza)
Aqui também tem vôlei. Eu é que não tenho aguentado jogar por conta do calor.
Ju e Eu, devidamente protegida do Sol.
Tomara que Angola siga no caminho da sua reconstrução, né? Torcemos para isso.
ResponderExcluirBeijo
Tia Vi
Quanto contraste neste país... Relembrar estes fatos históricos é sempre bom. Aproveite e incentive a toda a equipe conhecer estes episódios. bjs,mami
ResponderExcluir"Eu queria
ResponderExcluirQue essa fantasia fosse eterna
Quem sabe um dia paz vence a guerra
E viver será só festejar"
Beijos
ainda bem que da para aproveitar bastante enquanto voce esta por ai:) vai ficar com saudades de angola????
ResponderExcluirbeijos
A praia é tão calma, nao tem nem uma ondinha pra pegar jacaré, rs.
ResponderExcluirAproveite pra relaxar nos dias de folga :)
Bjos,
Dida
Por falar em contraste, isso lembra um pais do outro lado do Atlantico, ne? E importante conhecer a historia de um pais, e la que esta a explicacao para muita coisa.Aproveite tudo! bjs, zula
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